Prevenir o câncer de mama exige um engajamento constante não somente direcionado aos profissionais da área, sendo, geralmente, ginecologistas e mastologistas, mas, principalmente, o comprometimento individual da população feminina. O autocuidado é uma das ações mais positivas em termos de prevenção de doenças. No entanto, sabe-se que somente a observação periódica do próprio corpo e o autoexame não são o suficiente.
O câncer pode ser proveniente de fatores relacionados ao estilo de vida, possuindo, portanto, estreita relação ao tabagismo, sedentarismo, alcoolismo, consumo excessivo de carnes processadas e/ou uma alimentação pobre em nutrientes. Por esta razão, todos esses fatores são qualificados normalmente como modificáveis, pois considera-se que a mudança de hábito reduz o risco de desenvolvimento do tumor de maneira considerável.
Por outro lado, existem os riscos não modificáveis, sendo relacionados a fatores hormonais ou hereditários.
A Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) reforça a importância de apalpar as mamas frequentemente em frente ao espelho, além de manter consultas periódicas com o mastologista que irá auxiliar em todo o processo de prevenção do câncer de mama.
